sábado, 18 de agosto de 2012

Be a Lighthouse

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No final das contas o grande acerto de contas é entre a gente com a gente mesmo. Parece que tem a ver com o outro. E muito que tem, certamente. Ou melhor: teria. Quando a gente revisa perante o grande sol percebemos que fomos nossas escolhas e permissões. Fomos também reações, estas, advindas destas escolhas, sejam elas certas ou não. O que foi certo, afinal? Quando a gente decide, a gente assume o risco. Mas não dá pra sair mergulhando sem precauções. Tem que se colocar no centro. Dentro do coração. Antes de tudo, antes de qualquer um. É só assim que a gente vai aguentar a dor de quando algo não dér certo. Porque nunca é pra sempre. Nunca é perfeito. Não é nem nunca será. A dor virá, oque fará a relação com essa dor ser tolerável será o quanto de nós mesmos restar por dentro. Amar é um verbo estranho. O amor, quando olhado sob a luz, não reflete o outro: Aquela pessoa que  euvejo ali do outro lado sou eu. O que refletiu. O que foi refletido. Penso e reflito!


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4 comentários:

Mayla: Doida e Santa ;) disse...

Quando a gente decide, a gente assume o risco.

tudo doce como sempre, dá vontade de morar aqui, vivo sumindo, mas, quando volto, é aqui que acho bem o meu lugar, PARABÉNS flor, seu lugar cada dia mais maduro! ;)

ótima semana!

Mayla: Doida e Santa ;) disse...

Quando a gente decide, a gente assume o risco.

tudo doce como sempre, dá vontade de morar aqui, vivo sumindo, mas, quando volto, é aqui que acho bem o meu lugar, PARABÉNS flor, seu lugar cada dia mais maduro! ;)

ótima semana!

Tainná disse...

Lindo o post, completamente real!

A primeira estrela disse...

Verdade demais B.
Olhos marejados :) :*