quinta-feira, 29 de abril de 2010

S E G R E D O

Se o moço diz à moça que sente uma vontade absurda de vê-la,
e mais absurda ainda é a vontade que ele sente de beijá-la,
a moça deve considerar as vontades dele como meras vontades,
ou o uso da palavra ABSURDA denota uma igualmente absurda
PAIXÃO?...


[Porquê ele é o segredo dela, e ela, é o segredo dele]


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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Querem saber as últimas da Dona Branca?

Então, relatei aqui que temos uma vizinha fofísssima chamada Dona Branca. Ela tem uns sessenta anos, eu acho, e vai dançar toda semana na companhia de um senhor muito distinto que vem buscá-la aqui no prédio. Verdade seja dita que ela anda sentindo saudade de ir com as meninas, como ela chama as amigas de salão, mas enfim. Está bonitona, andou contando que vez umas aplicações no rosto, vive chegando cheia de sacolas do shopping, e não bastasse isso, é a primeira a sair de manhã do prédio pra caminhar. Até aí, tudo bem. Depois daquela vez que conversamos no elevador, volta e meia que nos vemos, ela me conta as suas aventuras, com seus olhos de esmeralda cada vez mais brilhantes. Hoje, notícia novinha. Estava chegando do trabalho com o peso de cinco camelos nos costas, e ela, leve feito uma pluma, chegando ao saguão para ir para o baile. E o que ela me conta?... Vai viajar. Vai viajar com o tal senhorzinho que sempre vem buscá-la, que a convidou para alguns dias em sua companhia em Buenos Aires.
_ Holla, que tal?...
Ele se chamo Adolfo, e ela me disse que está encantada com ele. Eu, então, não me furtei de um comentário mais que clichê e disse:
_ Oras, então, que a senhora vai se casar, hein?
Ao que ela, mais que prontamente, me respondeu:
_ Que nada, menina! Já casei uma vez, e está muito bom. Meu bom Arnaldo não haveria de gostar. Agora..., cada um na sua casa, que mal tem? Estamos namorando, e seremos bons amantes até quando nosso encanto um pelo outro perdurar.
Começou a gargalhar Dona Branquinha, então, pegou com suas mãos de fada nas minhas mãos, um afago que tanto gosto e disse-me com a cara mais safada do mundo, o seguinte:
_ Meu anjo, aprenda mais uma hoje: Quanto mais eu digo que não, mais ele insiste que quer se casar comigo. Captou o espírito da coisa?

Seu Adolfo chegou, e lá se foi a nossa moradora mais serelepe, saiu para bailar, e eu fiquei aqui, morrendo de inveja branca, branca feito o lindo nome da minha vizinha querida que sabe muito mais das coisas do que eu imagino.

Voilá!


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terça-feira, 27 de abril de 2010

O QUE VOCÊ VÊ?...


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A Casa

O conselho do dia hoje, foi:
_Volta já pra casinha, doninha. Vai ficar pagando de dona "loquinha" até quando?...

Coisa confusa isso, acho que tenho muitas dentro de mim, e essa, que tá me chamando à razão eu desconhecia. Estou mais acostumada com a que vive com o coração na mão, cheia de aiaiais e uiuiuis, de modo que essa nova faceta ainda causa-me espanto. Ela é bem prática: doeu?..., muito bem, amanhã dói menos, e quanto menos pensar, menos dói. Li num blog vizinho que eu leio sempre, e que sei que vem aqui também, algo bem bacana: "Ame cada acontecimento da sua vida". E não é que é verdade? Amando a gente sai mais rápido das tormentas. Amando o acontecimento, aprendendo algo novo com ele. Eu andava tão bem ultimamente, cai de repente e me surpreeendi com aquela sensação de dor de novo, e quase esqueci que sei levantar, que posso andar sozinha, que sei o caminho, e que mesmo que eu "saia da casinha" às vezes, me disponho a voltar mais rápido do que antes. Em um outro vizinho virtual, li algo muito engraçado, um pouco despudorado e nada elegante, e por isso, não reproduzirei na íntegra aqui, mas no resumo elegantinho da coisa, dizia mais ou menos assim:

_ Não gostou?...então vai lamber sabão pra ver se faz bolinhas!


RÁ!


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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Mesmo assim...

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Coração teimoso,
não deixa de ter

E
S
P
E
R
A
N
Ç
A

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Auto Retrato

Somos aquilo que ninguém vê. Oque corre por dentro, nos recônditos profundos de nossa alma, talvez, nem a gente mesmo consiga ter acesso. Tenho atravessado todos os dias da minha vida me repetindo. Os mesmos erros. Os mesmos vícios. As mesmas inseguranças. A mesma fraqueza de sempre. E alguns poucos acertos no que concerne à trivialidades. Metaforicamente, poderia dizer que não sou uma estrela, não sou nem mesmo uma partícula de uma estrela. Talvez, eu seja uma ínfima, a menor parte de uma partícula qualquer que vagueia perdida pelo espaço. Não, não trata-se de um lamento. Não são lamúrias que escrevo aqui. Confesso-me apenas. Dia após dia, visito esse mundo paralelo, essa absurda realidade virtual que permite-me desnudar oque nem eu mesma conheço, e encontro-me comigo mesma. As palavras de hoje querem sair apressadas, acontecimentos fizeram-me enxergar um pouco mais de mim, e nesse encontro, descubro que o meu desejo reside em nada querer. Em nada ser. Ser nada nem coisa nenhuma. Não ser, não estar, não fazer parte, absolutamente não existir. Não, não trata-se de xurumelas maníaco-depressivas, nem de coisa nenhuma nesse sentido. São apenas palavras que saltam sem que eu as possa segurar, são o testemunho do meu fracasso pessoal em não saber domar-me. Não tomo rumo, não me aprumo, não tomo tenência, sou sem controle, sou perturbadora de mim mesma, eu me canso de quem sou e nada além do "não ser" me acalma. Talvez você tenha razão, caro poeta do espaço, o buraço é negro, fundo e terrível. Será que dentro de um, a gente deixa, finalmente, de ser?... Ser é algo atormentador. Ser é um estado de dor, de separação, de vazio, de desencontro, de marginalidade frente à grandeza que é o Todo. Eu penso que cada partícula de vida sente dor para existir. Eu, sou uma partícula marginal. Não me acomodo. Não tomo assento, quero pairar feito pluma para lá e para cá, e com isso, sou errante. Sou o desajuste. Não, eu não falo de cotidiano. Não falo da boa moça que sou na realidade ou irrealidade do dia a dia. Na minha exterioridade eu sou até feliz. É oquê todos pensam, inclusive eu. Quem me atormenta é a outra que eu sou, por dentro, trancada. Insegura, insaciável, dona de todas as verdades, ciumenta de toda a atenção, uma fera indomável que só não sai fazendo maiores estragos por aí porquê eu a trancafio à sete chaves de mil segredos, na mais alta torre do meu castelo, sob a vigilância de dez dragões reais. Ela não tem por onde fugir, mas grita, blasfema, canta canções profanas, e dia e noite desafia-me à um duelo. Não posso soltá-la sob pena de ver meu castelo ruir feito um frágil castelo de cartas marcadas, que é oque os atos dessa doida me trariam como consequência. Com isso, torno-me a insignificância. O desequilíbio, o ser que não sabe calar suas inquietações, que não cresce, não evolui e nada merece. Ponto, vírgula, sem dó nem piedade. Não, o caso não é de piedade. O caso é de condenação. Eu mesma me julgo, me condeno, me carrego e me castigo. Antes, porém, do derradeiro fim, com a rebeldia típica dos culpados, dos desajustados, dos ingratos, dos infiéis, dos Homens de pouca fé , brado aos céus de todas as cores:
_ Por que, raios, Ó Senhor de todos os Céus, me fizeste nascer assim, tão imperfeita?


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domingo, 25 de abril de 2010

LUZ

A primeira coisa que faço quando chego em casa é acender as luzes. Todas. Gosto de ver a luz povoando os cômodos da minha casa. De certa forma, é como se acendessem luzes em mim POR DENTRO, porquê minha casa é meu lugar preferido no mundo, eu sou ela, e ela, sou eu, ela estando acesa, acesa estarei.
Quando eu fico triste, a primeira coisa que faço é apagar as luzes. Talvez seja vergonha, um certo constrangimento de mostrar ao meu lar, meu lado cinza, e minha suscetibilidade, ou melhor, minha fragilidade frente à aridez das relações. Parece que ouço as paredes da minha casa dizendo:

_ Mas será o Benedito que você não aprende nunca? Você protege tanto a casa. Alarme, travas, sensores, vigia, confere todas as janelas e portas... oras, como você pode ser ao mesmo tempo, tão displicente com você mesma? Agora temos que ficar todos no escuro por conta da sua inconsequência... deixa a porta aberta, as janelas escancaradas, e reclama que entrem ladrões? A culpa não é de quem furta, mas de quem é furtado. Aghhhh!

Que bronca! Apago as luzes de dentro, e silencio. Apago as luzes de fora, e quase não me movo, para não irritar mais as minhas paredes internas e externas. Vou dormir. E durmo, graças aos Céus, e nessas horas, é sempre a graça dos céus que me socorre: mandam-me luz. Não sei de onde, mas chegam raios de LUZ. Recomponho-me prontamente, a luz que vem do alto, o sol, as partículas de luz, a energia viva e divina não pode ficar sem resposta. Minha casa sorri. Está tudo aceso de novo, mas a bronca que minha casa me deu não sai de minha cabeça. De vez enquando a gente tropeça, creio que é um lembrete da vida para a gente não cair de vez, um lembrete que o chão nem sempre é seguro, que ás vezes, ele é escorregadio e traiçoeiro, e o mais recomendável é andar bem com cuidado, com os dois pezitos atentos, firmes e fincados no chão.
É isso, FIAT LUX.


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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Ainda sobre Crianças e o Amor



A beleza imaculada, os olhos puros, e o saber PERCEBER.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Só Você

Meu pai faria 70 anos na semana que passou. Estou com muitas saudades dele. Hoje, especialmente, não sei se por causa do meu lado criança tão presente nesse momento, ou do dele, que era o adulto com mais facetas infantis que eu conheci. Somos, ou éramos, não sei bem que tempo usar, mas enfim, somos muito parecidos, meu pai e eu. Sempre dispostos. Sempre botando a roda pra girar. Sofrendo sempre com todas as coisas que não entendemos, mas nos consolando com tanta facilidade com os pequenos agrados que a vida nos dá, ou que a gente compra mesmo... O rosto do meu pai, é um rosto com traços que guardam a expressão dele de quando menino. Olhar uma foto dele com dez anos, ou com sessenta, e a gente diz, não há dúvidas, lá está ele com sua cara de moleque de olhinhos apertados. Fico pensando tanto que agora, onde ele está, ele pode ver minha realidade de forma mais ampla, total... me instiga saber o que ele diria das confusões todas em que me coloco. Ou caio. Ou despenco, de gaiata no navio. Queria estar do lado dele agora. Ele diria, tenho certeza, frente à minha aflição, a sua mais célebre frase:
_ Não esquenta a sua cabeça!
_ Quantas saudades da simplicidade que você fornecia aos meus grandes pequenos problemas. E qual foi um deles, Pai, que você não tenha solucionado pra mim? Agora você está em ainda maior vantagem, além de continuar a ser um gigante, está no reino das crianças, da pureza, e dos olhos que a tudo espiam e alcançam, que tudo vêem, só que com doses muito mais generosas de amor. Ah! Pai, não há nesse mundo todinho, uma única pessoa que eu quisesse mais do meu lado agora do que você, e antes de dormir, sentir seus passos vindo pelo corredor, ouvir o suave abrir da porta do quarto, e você entrando de mansinho, espiando por cima das cobertas pra ver se eu estava bem e soprando o seu beijo mais terno pra eu dormir feliz. Você sempre deixava a luz do corredor acesa, e eu achava isso tão engraçado, porquê nunca tive medo de escuro, lembra?... Qual foi mesmo a última música que ouvimos juntos, naquela noite, no portão de casa, na última vez que nos vimos?
_ Vem cá querida, me dá sua mão!... Você sempre trocava o Luiza de Jobim, pelo querida, que era eu. Que sou eu pra você. E você pra mim. Será que ainda tenho direito a um pedido?
_ Pai, canta pra eu dormir essa noite?


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BOM DIA, COMUNIDADE!

Oquê você tem diante dos seus olhos
merece um SORRISO?
_ Então não pense duas vezes...

[Pe. Fabio de Melo]


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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Com sapatos de veludo, eu vou andar!

No final das contas,
estamos todos juntos,
esperando o mesmo ônibus,
que trilhará um único caminho,
parando aqui e acolá,
no sobe desce das paragens.

Onde descemos,
onde subimos,
não faz diferença ao caminho,
que é plácido, calmo e
exatamente como tem que ser.
O quê deseja um CAMINHO?

_ Creio que ele deseja ser trilhado com pés calçados
por sapatos de veludo.


[SUAVIDADE]


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domingo, 18 de abril de 2010

OS DOIS LADOS

Zanzando pela net, encontrei uma frase interessante:
"Se não sabe brincar, não desce pro play."

Oras bolas, não gostei. Não gostei, obviamente, por causa da minha interpretação. Mas existe dois lados para se ler, sem contar as entrelinhas. Tudo que existe tem, no mínimo, dois lados. É assim a criação. O bem e o mal, o dia e a noite, a luz e o breu, a mentira e a verdade, o feminino e o masculino, o velho e o novo, o futuro e o passado, o forte e o fraco. Antagônicas palavras. Ou complementares. Há quem diga que não devemos nos EMBRUTECER, então, o certo seria olhar a poesia dos contrários no encontro. Como dois lados de uma laranja, a perfeição do encaixe.
Mas, voltando à frase: brincar. Se não sabe brincar, não desce. Se não sabe jogar, não entra. Se não sabe conviver, se isola. Se não sabe viver, se mata. É simples assim? Sou da turma dos que não sabem. Dos que têm medo. Dos que observam. Saber é um verbo que não se acaba. O que você sabe hoje, não é o suficiente, nem nunca será. Não admiro pessoas extramente seguras e suas grandes verdades. Já devo ter escrito isso aqui umas duzentas vezes. A soberba é uma coisa que me irrita. Não a vejo como o contrário de humildade, que é uma qualidade de amplas traduções, mas como uma qualificação que paira sobre as pessoas, desorientando-as. Não fui uma criança das que descem para o play e comandam a ação. Ao menor sinal de hostilidade, já estava a léguas submarinas de distância. Pode-se dar é esse comportamente o nome de fragilidade, fraqueza de caráter, personalidade limitada. Talvez deva ser. Interessante é que a gente cresce e mantém o padrão. O comportamente pode até se aprimorar um pouco mas, a personalidade é algo que não se modifica, mantém-se firme e forte, obrigada!. Pessoas que não descem pro play não abrem a guarda. Se protegem. Conhecem seus limites. Conhecem seu maior defeito ou qualidade, dependendo da leitura: se abrem o coração, abrem todo. Se resolvem se entregar, entregam-se sem reservas. Se abraçam, é de corpo inteiro. Se beijam, é de olhos fechados. Se cuidam, é como á um filho. Se sonham, voam. Se voam, alcançam estrelas. Se alcançam estrelas, casam-se com o sol. Se casam-se com o sol, viram amantes da lua, e como amantes incondicionais que são, amam ao INFINITO. Intensidade a gente demonstra, e reconhece visitando entranhas, aceitando no outro o universo amplo que ele é, tanto quanto o EU, e sabendo que a graça reside no outro, no complemento, no encaixe, no coletivo amoroso, no desejo de abraçar. Então, minha pergunta pra galera do play é a seguinte:

_ E se for pra ir além da brincadeira, como que fica, são de encarar?...


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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Habilidades

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H
A
B
I
L
I
T
E
-
S
E

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Só com que te faz sentir-se BEM!

Carinho

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H
A
B
I
T
E
-
S
E


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Só com que te faz sentir-se BEM!

Bons Hábitos

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H
A
B
I
T
U
E
-
S
E

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Só com que te faz sentir-se BEM.

terça-feira, 13 de abril de 2010

SEI LÁ

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Tem certos dias que tudo parece tão... sei lá!

"Depois da chegada
Vem sempre a partida,
E não há nada sem separação,

Sei lá, sei lá,
A vida é uma grande ilusão,
Sei lá, sei lá,
Eu só sei que Ela está com a razão!"


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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Bala Sabor VAIDADE

Minha mãe sempre me dizia:

_ Menina, nada de aceitar balas de estranhos, hein?

_ E se o estranho for bonito, mãe?

_ Aí você sai correndo, entendeu?...


[ às vezes eu lembro, às vezes não!]


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domingo, 11 de abril de 2010

Eu sei rodar

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Instalei uma roda gigante
Só pra ele,
Mas se ele não rodar...
Isso é problema dele,
Ah!... isso é problema dele,
Isso é problema SÓ dele.


[da canção de Paula Lima]

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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Tem que se molhar

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"É LOUCURA UM AMOR SEM LOUCURA"


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Why so serious?

Fico tão a t a b a l h o a d a com as palavras que me chegam via céu, inferno, sei lá de onde esse guri vem que, troquei de lugar os posts. Postei no blog errado e fiquei com preguiça de trocar e também porquê, ele ligou. De novo. E vai ligar depois. De novo. E assim eu permito que ele faça. Confusão. Queimei o bolo, não liguei pra minha mãe, não troquei de roupa, não comi, quer dizer, comi chocolates, fumei e fiquei com dor de cabeça, e passando os olhos rapidamente pelo espelho vi que meus olhos "imensos" como ele diz, estão meio vidrados, como se eu tivesse usado alguma droga poderosa que me faz ter ideias do tipo "e se tentar voar, será que eu consigo?" É isso que ele faz, me faz parecer uma doida. Ele quase grita do outro lado _ larga o controle, pelo amor de Deus!... e eu digo _ sai pra lá, tentação. É de rir. E é oque faço agora. Rio. Rio e respiro bem lentamente e penso, _ caramba, de onde vem essa capacidade de levar tudo tão á sério? Sei lá, deve ser coisa que herdei do meu pai, porquê meus avós , bisavós e tataravós eram muito mais modernos e saidinhos do que eu. Vou tomar banho. Se ele ligar? Vou atender, né?... fazer oquê, hoje é o dia da Maria Doida.

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terça-feira, 6 de abril de 2010

Ele disse: Orra! Ela disse: hihihi

Tá frio.
Mas é só por fora.

[Ela não está esperando, parece mas não é,
na verdade, ela simplesmente NÃO FOI!]

Rá!


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sábado, 3 de abril de 2010

Repleta de toda satisfação

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"EU VEJO UM NOVO COMEÇO DE ERA,
DE GENTE FINA, ELEGANTE E SINCERA"


Toda finesse que se pode desejar reside nas intenções. A gente pode fazer qualquer coisa, e vai estar sendo muito "gente fina" se nosso gesto carregar na essência a intenção do BEM. Finesse é aquela qualidade que nos faz desfilar pela vida, e não apenas passar. Ser apreciável.
Elegância, é muito semelhante. Pressupõe estética, harmonia, combinação, delicadeza, coisa boa de se ver. E oquê é bom de ver? A elegância dos abraços, dos sorrisos sinceros, do perdão, da acolhida vertiginosa do outro. Coração escancarado faz a elegância que nenhuma roupa consegue acrescentar. A beleza é irresistível mas é efêmera sem atitude. Um ser elegante sempre carrega consigo as boas e nobres intenções. Boa intenção é sempre sinônimo de sinceridade. Uma pessoa fina, elegante e sincera atravessa todos os momentos da vida de forma marcante. Na dor, na alegria, na fortuna, na escassez, porquê é no âmago do ser que se forma o ESSENCIAL, e o essencial é invisível aos olhos como disse o Pequeno, mas é definitivo nas ações. Estamos sedentos. Sedentos de sentimentos mais elevados, de uma vida mais bonita. Parece um murmúrio coletivo a necessidade de um novo tempo. Existem estudos que afirmam que nosso pensamento tem massa. Já pensou nisso? Mensurável e tangível, ou seja, algo que se pode tocar e quantificar, e como toda massa, tem gravidade, poder gravitacional de atrair para si, ou seja, tem PODER. Se formos muitos, pensando a mesma coisa, e essa mesma coisa seja o desejo de um mundo mais harmonioso e respeitável, uma massa pequeníssima de apenas um pensante, passa a ser uma massa maior, de muitos pensando a mesma coisa, e passa a existir a possibilidade real de sermos muitos pensando e atraindo mais daquilo que se pensa. Intenções. Boas Intenções. Intenções finas, elegantes e sinceras.Isso não é bastante significativo?

Eu acredito na vida. Eu acredito nesse planeta. Eu acredito nos Homens. Ainda, e muito e com FÉ.
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["sem a hipocrisia, que insiste em nos rodear"]


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sexta-feira, 2 de abril de 2010

R E N O V A Ç Ã O


Tudo em mim
quer se transformar
em

alegria,
boas vibrações,
belas energias,

e com a boa nova que cada
nova PÁSCOA vem nos trazer

decido:
viro a página DE VEZ.

FELIZ PÁSCOA À TODOS!

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NÃO

Chover pode, e choveu, e sempre vai chover,
mas tem que ser uma chuva verdinha, pura, leve, sem fluídos ruins,
a chuva a que eu me refiro não é mesma que a sua, garoto...

_ nós nao combinamos em nada, seus pingos de chuva são ácidos,
venenosos, poluídos e não caem do céu. A sua chuva é água suja que alguém
jogou do 18.andar.

E dessa água eu não vou beber.
Sacou? N Ã O .


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