quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Peço licença, mas preciso gritar.

Que droga!
Que droga!
Mas que puta droga!

Perdão, mas como sou moça que não sabe gritar, vim gritar justo aqui, nesse espaço de carinho. Mas tem gente que consegue, não é? Quer dizer, a gente permite. Ou melhor, eu permito. É feito criança pequena, você diz zilhões de vezes que se botar o dedinho na tomada de luz, vai levar choque. Aí, a abobada da criança vai lá com a mão toda babada e leva um baita choque. E aí chora. Dá vontade de dar umas palmadas, que aliás, é o que ando merecendo por não saber me respeitar. É que sou daquele tipo de gente que, como diz um desconhecido, perdoa rapidamente , ama intensamente, esquece abobalhadamente, se equivoca ininterruptamente, tudo sem noção DEMAIS. Está sempre, sempre tudo embaixo do nariz, e a gente não vê, é incrível! precisa esfregar no seu nariz com força pra cair a ficha. Bem feito, Maria! agora chora, mas vai chorar na cama que é lugar quente.

4 comentários:

Verônica disse...

gritar é bom, rs, é meio que uma terapia pra deixar as coisas ruins irem embora de uma vez, claro se nós permetimos que ela va!
muito bom o texto rs, beeeijos flor!

Dani disse...

ahh, a gente é assim mesmo!
grita sim, nem que seja pro travesseiro, faz de conta que está numa praia deserta ou no meio do mato, deixa o grito voar...
deixa que o peito logo se ajeita.
passa.
beijos!

Cris Teles disse...

O problema é que sabemos onde estamos entrando e mesmo assim vamos...
Sem noção...
Bjos!!

disse...

Como também sou bem, mas bem sem noção... grita, grita em pleno volume, alivia e, como disse Dani, logo seu coração se apruma...
Beijo e bom fim de semana ;)