sábado, 28 de junho de 2008

Pas a pas.

Fechei portas ontem.
Muitas.
Cada porta fechada,
foi uma dor diferente.
Dor de perder gente.

Mas nada se fecha
definitivamente
Há sempre um fresta,
uma brecha,
outra porta pra se abrir,
lindamente.

*

5 comentários:

Miguel Barroso disse...

O portal etéreo da dúvida deixa sempre escapar umas espirais de sensações. Um amor senta-se e permanece estoicamente activo na magnitude uterina do seu esplendor. Sem brechas.



Abraços do EU, SER IMPERFEITO e d´A SEIVA

apaixonada@online:sem noçao: disse...

sem brechas...

sem luz...

somente o vazio existe em mim...

eh assim q eu me sinto

T.T

Everaldo Ygor disse...

Olá...
Obrigado pela visita em outras andanças... E as portas, como as do subconsciente, remediando acessos aos portais das linhas, das poesias intensas como as suas...
Belo Blog, belas fotos - como estrelas na mão...
Abraços
Everaldo Ygor
http://outrasandancas.blogspot.com/

dani cabrera disse...

E ainda bem que existem essas frestas! Num momento só pra que não estejamos num excuro completo. Porque assumamos que nenhuma fresta se abre de imediato, só mesmo depois de despertar a nossa curiosidade. Nos aproximamos, olhamos por entre elas e daí saímos pra novidade.

O mais engraçado de tudo é que nem sempre a gente percebe o que são as frestas e o que são "cabeçadas". Mas no fim, como todas as outras coisas - ainda bem! - tudo se resolve e a luz do dia (ou da noite estrelada) volta a estar sobre nós!


Beijos.

Lu Olhosde Mar disse...

q coisa linda este modo de falar pouco e dizer tanto.